jun 22 2017

Empresa recria BMW para virar Transformer

por Rebeca Alexia em Notícias

Empresa recria BMW para virar Transformer

Carros que viram robôs… Isso te lembra algo? Certamente já lhe veio à mente a famosa franquia de filmes Transformers, que conquistou milhares de fãs ao redor do mundo com seus efeitos especiais e cenas repletas de ação.

Para os espectadores do filme, ter um carro que se transforma em robô é um grande desejo, porém, os mesmos não imaginavam que a ideia um dia viesse a se tornar realidade.

A novidade é que agora esse desejo pode vir a ser realizado graças à Letvision, empresa turca de pesquisa e desenvolvimento, que após oito meses de dedicação e com 16 profissionais envolvidos, conseguiram desenvolver o Letrons, uma adaptação da BMW E92 que se transforma em nada mais nada menos que um Transformer.

O automóvel ainda não possui autorização para ser ser dirigido na estrada, mas pode ser controlado por meio de controle remoto, que quando acionado, transforma o carro em robô em apenas 30 segundos.

O Letrons movimenta a cabeça, pescoço, mãos e dedos, e segundo a empresa responsável, só não anda ainda por falta do investimento necessário.

A empresa define-se como a única no mundo capaz de criar carros capazes de se transformarem em robôs, e ainda afirma que esse é apenas um dos modelos dos 12 que ainda estão por vir.

O objetivo dos criadores é a produção em massa desses veículos para que seja possível adquiri-los.

Ficou curioso para ver essa máquina em ação? Aperte o play!

Imagens: Letrons

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maio 30 2017

3 Importantes Monumentos Latino-Americanos em Estado de Deterioração

por Rebeca Alexia em Notícias

3 Importantes Monumentos Latino-Americanos em Estado de Deterioração

O que torna uma obra grandiosa em sua arquitetura e engenharia é a influência positiva que terá na vida das pessoas que dela irão usufruir.

Com o passar dos anos, um monumento já não tem o mesmo objetivo que tinha antes e é aí que será decidido se ele será preservado ou não.

A maioria das obras de grande importância permanecem conservadas mesmo estando sem uso. Entretanto, na América Latina existem diversas obras de grande valor arquitetônico que encontram-se em triste estado de abandono e deterioração. Abaixo citamos três exemplos:

1 – Ladeira da Misericórdia de Lina Bo Bardi

Pelourinho, Brasil.

 

Ladeira da Misericórdia. Imagem © Flickr Adalberto Vilela

 

Lina Bo Bardi foi uma importante arquiteta brasileira, que se destacou no século XX devido à sua expressividade.

O edifício Ladeira da Misericórdia foi construído em 1987 e é um exemplo da união da arquitetura colonial com o movimento modernista, composto por um conjunto de cilindros em argamassa armada, que em seu interior abriga um restaurante e uma grande árvore em seu centro, onde a luz natural que vem de cima ilumina o espaço.

Atualmente o edifício encontra-se esquecido e abandonado pela Fundação Gregório de Mattos, sua proprietária.

2 – Santa Paula Iate Clube

São Paulo, Brasil.

 

Santa Paula Iate Clube. Imagem: São Paulo Antiga

 

Este monumento é composto de uma cobertura retangular em laje tripartida, oito pilares ordenados simetricamente em ambos os lados, apoiados nos blocos de fundação sobre muros revestidos em pedra.

O edifício de 1961, apesar de ser uma obra importantíssima da arquitetura moderna brasileira, deixou de ser usado e a partir de então passou a se deteriorar.

3 – Estufa do Parque Quinta Normal

Santiago, Chile.

 

Estufa Quinta Normal. Imagem: Plataforma Urbana

 

Esse Monumento Nacional de Santiago guarda uma história de 150 anos. Estima-se que foi construído em 1866 e instalado como observatório de plantas no Parque Quinta Normal em 1890.

Desde 1995 a edificação permanece abandonada e sem uso.

O Conselho de Monumentos Nacionais aprovou no ano passado a iniciativa apresentada pela Prefeitura de Santiago e o projeto de restauração será levado adiante este ano.

Fonte: ArchDaily

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maio 18 2017

Conheça as Lonas de Concreto

por Rebeca Alexia em Notícias

Conheça as Lonas de Concreto

O concreto é um material que vem sido desenvolvido cada vez mais com diferentes tecnologias para ser aplicado em diversos projetos de arquitetura e engenharia.

Recentemente mostramos o Bioconcreto, que se auto regenera, o concreto flexível, os blocos de concreto que substituem tijolos e hoje falaremos sobre uma grande inovação tecnológica, as lonas de concreto.

A invenção pertence à uma dupla de engenheiros britânicos, Peter Brewin e Will Crawford. O projeto que levou o nome de “Concrete Shelter” (abrigo de concreto) começou a ser desenvolvido em 2004 e pode ser ideal para a construção de alojamentos de emergência.

Trata-se de uma lona de concreto geossintética que leva o cimento em sua composição. Os abrigos feitos com o material podem acomodar diferentes usos.

Imagem: Pinterest

 

Na produção das lonas de concreto, grande parte dos materiais precisou ser desenvolvido do início, já que nunca antes foi criada uma tecnologia parecida. Sua composição leva concreto seco prensado com tecido. Em seu exterior foi feito um revestimento de fibras porosas com partículas de cimento. No interior, existe uma camada plástica de cloreto de polivinilo impermeável.

Sua montagem não exige mais do que duas pessoas para ser feita, e não carece de nenhum treinamento. A tenda deve ser erguida em cima de um terreno plano, sem pedras ou depressões.

O material flexível é inflado usando um compressor de ar, após isso é necessário regar o material com água.

O sistema custa cerca de vinte e cinco mil reais, mas pode durar décadas, resiste à condições climáticas intensas e erosões químicas.

Referência: Blog da Engenharia 

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maio 04 2017

Bioconcreto: o concreto que se auto regenera

por Rebeca Alexia em Notícias

Bioconcreto: o concreto que se auto regenera

Você já pensou na possibilidade de um edifício reparar as suas próprias rachaduras, como se fosse um ser vivo?

A ideia parece ter saído de um daqueles filmes de ficção científica, mas, acredite se quiser, isso já é possível.

Pesquisadores da Universidade Técnica de Delft, na Holanda, desenvolveram um material, o qual denominaram “Bioconcreto”, uma espécie de concreto vivo que se auto regenera.

Nosso concreto vai revolucionar a maneira como construímos, pois nos inspiramos na natureza” afirmou o cientista holandês Henk Jonkers, ao receber o prêmio de melhor europeu inventor, em 2015.

O material não só foi inspirado na natureza, como a utilizou para trazer essa incrível inovação. A capacidade de auto regeneração do Bioconcreto se deve à presença de bactérias em sua composição.

Os pesquisadores incluíram na mistura tradicional do concreto colônias da bactéria Bacillus pseudofirmus que habitam geralmente áreas inóspitas como crateras de vulcões ativos. O microorganismo foi escolhido por apresentar propriedades muito úteis para o fim desejado.

SCIENCE PHOTO LIBRARY

 

O surpreendente é que essas bactérias formam esporos e podem sobreviver por mais de 200 anos nos edifícios” conta Jonkers.

À mistura também é acrescentado o lactato de cálcio, que serve de alimento para as bactérias.

Quando aparecem rachaduras na estrutura do edifício, às bactérias ficam expostas à elementos físicos, em especial a água.

Quando expostas à umidade, as bactérias “acordam” e começam a consumir o lactato de cálcio, e após a digestão, as bactérias acabam liberando calcário.

O calcário repara as rachaduras em um período de três semanas.

Não há limites para a extensão da rachadura que o Bioconcreto pode reparar, no entanto, para que a rachadura possa ser reparada, deve ter largura inferior à 8 milímetros.

O Bioconcreto pode gerar uma economia de bilhões de dólares na manutenção de estruturas de concreto.

Apesar de ser mais caro que o concreto tradicional, o benefício econômico é perceptível, pois economiza em custos de manutenção” conta o cientista ao jornal britânico The Guardian.

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abr 27 2017

Conheça as 5 maiores pontes do mundo

por Rebeca Alexia em Notícias

Conheça as 5 maiores pontes do mundo

A partir dos anos 2000, o número de pontes a serem construídas no mundo só aumentou. E engana-se quem pensa que são projetos fáceis de serem concluídos. As pontes precisam ser seguras e resistentes, portanto, necessitam de uma boa estrutura.

Separamos neste post as 5 maiores pontes do mundo, e não é nenhuma surpresa que a China ocupa 3 lugares no ranking do nosso top 5!

5 – Ponte do Pântano Manchac

Local: Louisiana, Estados Unidos

Essa ponte está em uso desde os anos 70 e sua travessia é de 36,7 quilômetros. Ela passa sobre o pântano de Manchac, que, segundo a população local é “mal-assombrado”.

4 – Ponte do Lago Pontchartrain

Local: New Orleans, Estados Unidos

São 38,4 quilômetros de extensão sobre as ilhas de Mandeville, em New Orleans. Todos os dias, a ponte recebe tráfego de mais de 40.000 veículos.

3 – Ponte Qingdao Haiwan

Local: Qingdao, China

A construção dessa ponte foi feita em apenas 4 anos (2007-2011) e é um grande símbolo da engenharia atual. Com seus 42 quilômetros de extensão, ela aparece no Guinness Book com o título de maior ponte de água salgada do mundo.

2 – Grande Ponte de Tianjin

Local: Entre Langfang e Qingxian, na província de Hopei, China

Como segunda colocada, essa ponte apresenta inacreditáveis 113 quilômetros de extensão.

1 – Ponte de Danyang-Kunshan

 

Local: Entre Xangai e Nanjing, China.

A maior ponte do mundo, reconhecida pelo Guinness Book com seus 164 quilômetros de extensão fica sobre o rio Yangtze e liga às duas cidades mais populosas da China.

 

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abr 24 2017

Sustentabilidade: como o PET é reutilizado na construção civil

por Rebeca Alexia em Notícias

Sustentabilidade: como o PET é reutilizado na construção civil

O PET (poli-tereftalato de etileno) é o material usado na produção de garrafas de refrigerante e um dos maiores geradores de poluição ao meio-ambiente – 4,7 bilhões de garrafas PET são lançadas ao meio-ambiente anualmente.

Porém, é possível dar outro destino a esse material que não a poluição. Visando o desenvolvimento sustentável, cientistas ao redor do mundo procuram alternativas para reutilizar o material.

No ramo da construção civil, o PET vem sendo usado como material alternativo em construções de baixo custo, o que pode ajudar a construir muitas moradias.

Tijolos feitos de PET

Um exemplo é o tijolo criado pelo engenheiro químico Neílton da Silva desenvolveu um tijolo que vem da combinação individual de PET com gesso, cimento, resina cristal e caroço moído de açaí.

Neílton desenvolveu um monobloco de plástico envolvido por cimento dentro de uma forma de madeira. O monobloco fez com que o tijolo ficasse mais resistente e, ao utilizar o plástico ao invés do cimento, os custos da construção são reduzidos e o meio-ambiente, beneficiado.

O PET pode substituir a areia em blocos de concreto

Segundo pesquisa feita na área de engenharia ambiental da UEMS, é viável incluir o PET na produção de blocos de concreto. Para a produção dos blocos, 15% da quantidade de areia foi substituída por pó de garrafa PET.

Os estudos sobre a reutilização do material na engenharia civil só crescem, enquanto isso, você pode fazer a sua parte! Recicle!

Fontes: Febrae, Massa Cinzenta

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abr 17 2017

Conheça os diferentes tipos de demolição

por Rebeca Alexia em Notícias

Conheça os diferentes tipos de demolição

Demolir é um dos atos mais comuns na construção civil.

Os motivos para demolir uma construção existente podem variar – na maioria dos casos o edifício é demolido para dar lugar a uma nova construção. Outro motivo pode envolver a questão de segurança. Por exemplo, um prédio muito antigo que corre risco de desabamento e deve então ser demolido.

Mesmo que não pareça, demolir é um ato complexo e perigoso que exige planejamento, cautela e um profissional qualificado para conduzir a operação.

Ao contrário de países como os Estados Unidos, o Brasil ainda não oferece especialização em Engenharia de Demolição, até porque a demanda daqui para esta área não é tão abrangente. No Japão, por exemplo, essa demanda é maior. Uma lei do país determina que edifícios com altura maior a 100 metros tenham vida máxima de 35 anos, depois disso devem ser demolidos para dar lugar à novas edificações.

A maioria dos profissionais que atuam na área no Brasil aprenderam a demolir na prática, ou então buscaram especialização fora do país.

Existem diferentes tipos de demolição:

Demolição Mecânica

Imagem: Pixabay

 

Consiste no uso de máquinas e equipamentos providos de motores para levar estruturas a baixo.

Os equipamentos utilizados são geralmente de médio e grande porte, tais como carregadeiras, escavadeiras, guindastes e martelos pneumáticos.

O método pode ser utilizado para derrubar totalmente ou parcialmente paredes, lajes, vigas ou coberturas de concreto, estruturas metálicas e de madeira etc.

As vantagens desse meio de demolição é a maior capacidade de demolição, o custo inferior ao da demolição manual e a menor necessidade de mão de obra, que no entanto, deve ser especializada. As desvantagens incluem ruídos, geração de poeira, risco de acidentes, entre outros.

Demolição com o uso de explosivos

A técnica de implosão utiliza de explosivos para eliminar os principais pontos de apoio de uma construção, e então derrubá-la. Esse método é utilizado em grandes centros urbanos para a derrubada de grandes estruturas como arranha-céus e pontes.

Para que uma demolição por meio de explosivos aconteça de maneira eficaz e segura, é necessário uma equipe especializada e um profissional para determinar qual é o melhor explosivo a ser utilizado, posiciona-lo corretamente e temporizar.

Demolição manual

Como o próprio nome já diz, esse meio de demolição tem como principais ferramentas a mão de obra e ferramentas manuais.

Esse método é utilizado quando é preciso maior cuidado com a estrutura que será demolida, por exemplo em processos de manutenção e revitalização.

É chamada também de “demolição sustentável” pois nela há possibilidade de reutilização dos resíduos.

Imagem: Demolidora e Demolições

 

Referências: Escola Engenharia, Massa Cinzenta

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abr 05 2017

Cientistas desenvolvem “peneira” de grafeno capaz de filtrar água marinha

por Rebeca Alexia em Notícias

Cientistas desenvolvem “peneira” de grafeno capaz de filtrar água marinha

Em Manchester, no Reino Unido, uma equipe de cientistas desenvolveu o que promete ser a solução para a falta de água enfrentada por diversas famílias ao redor do mundo.

Trata-se de uma “peneira” feita a base de grafeno, capaz de filtrar e dessalinizar a água do mar, tornando-a própria para consumo humano. O resultados do estudo foram divulgados na publicação científica Nature Nanotechnology.

Em consequência das alterações climáticas e do desperdício, estima-se que até 2025, 14% da população mundial passe por dificuldades para obter água potável e própria para consumo. Porém, esse quadro pode mudar caso essa nova invenção funcione de fato e comece a ser usada, já que os oceanos correspondem à 97% de toda a água do mundo, e podem ter seus níveis aumentados em até 3,8 cm até 2100.

O grafeno é um material que assim como o diamante e o grafite, é uma forma cristalina do carbono –  consiste em uma fina camada de átomos de carbono que se organiza em uma espécie de treliça hexagonal. Foi descoberto no ano de 1962 e é um dos materiais mais promissores na área de inovação e tecnologia devido às suas incríveis propriedades, como a condutividade térmica e elétrica, elasticidade, resistência, leveza, dureza e transparência.

Na criação da “peneira”, os cientistas utilizaram um derivado químico do grafeno, o óxido de grafeno que mostra-se muito eficaz na dessalinização. Agora, serão realizados testes para ver o desempenho do material em comparação aos filtros já existentes.

A pesquisa foi coordenada por Rahul Nair. O mesmo revelou que o óxido pode ser facilmente produzido em laboratório e com um custo acessível, o que nos leva a pensar que a tecnologia pode estar sendo usada em breve.

Em forma de solução ou tinta, podemos aplicá-lo em um material poroso e usá-lo como membrana. Em termos de custo do material e produção em escala, ele tem mais vantagens em potencial do que o grafeno em uma camada.”

Agora, resta testar como as membranas irão reagir ao longo do tempo, quanto tempo irão durar e com que frequência precisarão ser substituídas.

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mar 30 2017

Encontrada na Austrália a maior pegada de dinossauro do mundo

por Rebeca Alexia em Notícias

Encontrada na Austrália a maior pegada de dinossauro do mundo

Recentemente na Austrália, foi anunciada uma nova grande descoberta. Cientistas encontraram o que aparenta ser a maior pegada de dinossauro já vista.

A pegada foi encontrada em uma área remota do litoral noroeste da Austrália e chega a medir 1,75 metro. Devido ao seu tamanho, os cientistas acreditam que ela é proveniente de um dinossauro do tipo saurópode herbívoro, que pode chegar a 30 metros de comprimento e 15 metros de altura.

Segundo uma publicação científica recente, a área onde foi encontrada a pegada já serviu de morada para diversos tipos de dinossauro. Para se ter uma ideia, em um trecho da cidade já foram encontradas pegadas e vestígios de cerca de 21 tipos diferentes de dinossauro, incluindo a maior pegada de dinossauro já vista na história.

Suspeita-se que o fóssil tenha mais de 130 milhões de anos, assim como os demais registros encontrados nas formações rochosas da região.

(Damian Kelly/Reuters)

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mar 23 2017

No Brasil ocorrem terremotos?

por Rebeca Alexia em Notícias

No Brasil ocorrem terremotos?

Pelo fato de o Brasil estar sobre uma placa tectônica e não entre duas placas, somos acostumados desde a infância a ouvir que no Brasil não há terremotos.

De fato, nossa posição no mapa é privilegiada quando se trata de terremotos.

Estamos sobre a gigantesca placa Sul-Americana, e como os tremores acontecem em decorrência da colisão ou separação de duas placas, acabamos não sendo muito afetados, como no Japão, por exemplo, onde ocorre o encontro de três placas tectônicas, uma zona de alto risco.

solo

Em países como o Brasil, os tremores acontecem devido à falhas geológicas (existem 48 falhas geológicas no Brasil) aproximadamente, ou seja, pontos de ruptura entre blocos rochosos que compõem o relevo. Mesmo ocorrendo dessa forma, os tremores não deixam de ser intensos.

Todos os anos no Brasil são registrados abalos sísmicos, em 2016, foram registrados 221 tremores, mas nem todos são sentidos devido à sua baixa magnitude.

A primeira morte no Brasil causada por terremoto foi registrada em 2007, quando em Caraíbas – MG, ocorreu um tremor de 4.9 graus na escala Richter.

Além de ser afetado por terremotos ocorridos aqui, o Brasil pode sentir tremores dos países vizinhos, como em 1994, em Porto Alegre, foram sentidos tremores provenientes de um terremoto na Bolívia, a mais de 2.000 km de distância.

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