{"id":3674,"date":"2015-04-17T20:37:43","date_gmt":"2015-04-17T20:37:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/?p=3674"},"modified":"2016-10-21T17:42:51","modified_gmt":"2016-10-21T17:42:51","slug":"proteinas-brilhantes-prometem-ser-no-futuro-substituicao-da-luz-eletrica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/proteinas-brilhantes-prometem-ser-no-futuro-substituicao-da-luz-eletrica\/","title":{"rendered":"Prote\u00ednas brilhantes prometem ser futura substitui\u00e7\u00e3o da luz el\u00e9trica"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Voc\u00ea conhece a \u00e1rvore que brilha? N\u00e3o? Saiba que, conforme estudos da <a href=\"http:\/\/www.osaka-u.ac.jp\/ja\" target=\"_blank\">Universidade de Osaka<\/a>, ela promete ser o futuro das ruas das grandes cidades.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/arvore-brilha.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-3675 aligncenter\" alt=\"arvore-brilha\" src=\"http:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/arvore-brilha.jpg\" width=\"628\" height=\"320\" srcset=\"https:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/arvore-brilha.jpg 628w, https:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/arvore-brilha-300x153.jpg 300w, https:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/arvore-brilha-150x76.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 628px) 100vw, 628px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tudo bem que \u00e9 dif\u00edcil imaginar como prote\u00ednas poderiam substituir a luz el\u00e9trica proveniente dos postes de luz que vemos todos os dias. Bom, acontece que essas prote\u00ednas, chamadas de \u201cnano-lanternas\u201d, liberam luzes vis\u00edveis a olho nu nas cores azul, amarela, laranja ou verde e &#8220;acendem&#8221; por conta pr\u00f3pria, diferente das j\u00e1 usadas em estudos microsc\u00f3picos bastante semelhantes, mas que acendem apenas quando entram em contato com a luz, o que acabaria por matar alguns organismos, como no estudo de funcionamento das c\u00e9lulas, por exemplo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/arvore-brilha-2-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-3678 aligncenter\" alt=\"arvore-brilha-2 (1)\" src=\"http:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/arvore-brilha-2-1.jpg\" width=\"628\" height=\"402\" srcset=\"https:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/arvore-brilha-2-1.jpg 628w, https:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/arvore-brilha-2-1-300x192.jpg 300w, https:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/arvore-brilha-2-1-150x96.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 628px) 100vw, 628px\" \/><\/a><\/p>\n<p>As nano-lanternas s\u00e3o um combinado de prote\u00ednas retiradas de \u00e1guas vivas e corais e, expostas a tratamentos qu\u00edmicos, emitem luz 20 vezes mais forte do que as prote\u00ednas brilhantes convencionais. Claro que a ideia da substitui\u00e7\u00e3o de eletricidade pelas prote\u00ednas brilhantes \u00e9 muito mais ambiciosa do que a ideia acad\u00eamica inicial, por\u00e9m, a equipe de cientistas est\u00e1 otimista.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/algas.png\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-3680 aligncenter\" alt=\"algas\" src=\"http:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/algas.png\" width=\"638\" height=\"362\" srcset=\"https:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/algas.png 638w, https:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/algas-300x170.png 300w, https:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/algas-150x85.png 150w\" sizes=\"(max-width: 638px) 100vw, 638px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como sustentabilidade \u00e9 palavra chave mundial para a melhor vis\u00e3o de futuro que podemos ter, s\u00f3 podemos esperar as pr\u00f3ximas pesquisas e torcer para que as prote\u00ednas realmente estejam brilhando pelas ruas em prol de um mundo mais verde.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Fonte e imagens: <a href=\"http:\/\/www.hypeness.com.br\/\" target=\"_blank\">Hypeness.com<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea conhece a \u00e1rvore que brilha? N\u00e3o? Saiba que, conforme estudos da Universidade de Osaka, ela promete ser o futuro das ruas das grandes cidades. Tudo bem que \u00e9 dif\u00edcil imaginar como prote\u00ednas poderiam substituir a luz el\u00e9trica proveniente dos postes de luz que vemos todos os dias. Bom, acontece que essas prote\u00ednas, chamadas de \u201cnano-lanternas\u201d, liberam luzes vis\u00edveis a olho nu nas cores azul, amarela, laranja ou verde e &#8220;acendem&#8221; por conta pr\u00f3pria, diferente das j\u00e1 usadas em estudos microsc\u00f3picos bastante semelhantes, mas que acendem apenas quando entram em contato com a luz, o que acabaria por matar alguns organismos, como no estudo de funcionamento das c\u00e9lulas, por exemplo. As nano-lanternas s\u00e3o um combinado de prote\u00ednas retiradas de \u00e1guas vivas e corais e, expostas a tratamentos qu\u00edmicos, emitem luz 20 vezes mais forte do que as prote\u00ednas brilhantes convencionais. Claro que a ideia da substitui\u00e7\u00e3o de eletricidade pelas prote\u00ednas brilhantes \u00e9 muito mais ambiciosa do que a ideia acad\u00eamica inicial, por\u00e9m, a equipe de cientistas est\u00e1 otimista. Como sustentabilidade \u00e9 palavra chave mundial para a melhor vis\u00e3o de futuro que podemos ter, s\u00f3 podemos esperar as pr\u00f3ximas pesquisas e torcer para que as prote\u00ednas realmente estejam brilhando pelas ruas em prol de um mundo mais verde. Fonte e imagens: Hypeness.com<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":3683,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[27],"tags":[588,586,587,584,583,55,585],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3674"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3674"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3674\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3686,"href":"https:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3674\/revisions\/3686"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3683"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3674"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3674"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.geotesc.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3674"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}