Conheça os benefícios da construção civil sustentável
O que antes era apenas um diferencial, utilizado mais para chamar a atenção do que realmente para ajudar o planeta, hoje torna-se necessário. A construção civil ecológica e sustentável ganhou força e aos poucos vai se tornando cada vez mais comum, o que é vital para ajudar o nosso meio ambiente.
A grande divulgação da importância de atitudes ecológicas fez com que várias empresas, das mais diversas áreas, voltassem seu pensamento ao verde, mudando sua forma de trabalhar para algo que ajudasse não somente o planeta, mas também cada ser vivo que nele habita, incluindo a qualidade de vida do próprio ser humano, é claro.
Entretanto, muitos ainda não adotam a construção sustentável alegando um alto custo das tecnologias necessárias para sua implementação de forma completa, mas na maioria das vezes esse “alto custo” torna-se lucrativo com as economias feitas com o passar do tempo.
Pensando nisso, o Atitude Sustentável elaborou uma lista com alguns benefícios dos prédios sustentáveis:
Baixo custo: estudo (Força-Tarefa de Construção Sustentável da Califórnia, 2003) mostra que um investimento inicial de um projeto verde de apenas 2% pode produzir uma economia de 10 vezes o investimento inicial, com base em um período de 20 anos de construção;
Maior produtividade: estudo (realizado em Seattle, EUA) mostra que ocupantes de “prédios saudáveis” e confortáveis podem ser mais produtivos. Aliás, empresas localizadas em escritórios verdes também têm uma vantagem em atrair e manter os bons empregados;
Maior valor no mercado: tanto prédios residenciais, quanto comerciais mantêm um alto valor de revenda, se incluir os componentes de design sustentável;
Ocupantes saudáveis: prédios sustentáveis evitam problemas como a poluição do ar interior e doenças respiratórias, com sistemas de ventilação saudáveis e uso de materiais não-tóxicos na construção;
Melhora as vendas em pequenas quantidades: pesquisa (feita na Califórnia, EUA) constatou que as vendas em lojas locais foram 40% maior quando estavam iluminadas com claraboias, em vez de iluminação elétrica;
Divisão de infraestrutura: indiretamente, a demanda reduzida em energia elétrica, gás e serviços públicos de água nos prédios sustentáveis, significa que estas infraestruturas podem “fazer mais com menos”. Isso pode resultar em menores custos de serviços públicos municipais a longo prazo e pode evitar passar os custos de expansão para os clientes de serviços públicos;
Melhor qualidade de vida: os prédios sustentáveis podem proporcionar uma rotina bem menos estressante, uma arquitetura e design verde mais agradável de se ver, afastando um pouco as pessoas da tecnologia.
Parabéns engenheiros, pelo seu dia!
No dia a dia, os engenheiros transpiram ideias, sempre aplicando métodos e técnicas economicamente viáveis, com auxílio da matemática e das ciências. Buscam aliar as melhores condições de segurança ao menor custo, sendo requisitados em todas as áreas, seja no campo, na cidade ou até no espaço sideral. Produtos e serviços que revolucionaram nossas vidas provavelmente saíram de suas mentes engenhosas, como automóveis, eletrodomésticos, foguetes, computadores e controle da poluição do ar, por exemplo.
A Data
A data para homenagear os engenheiros foi escolhida por ter sido neste dia – 11 de dezembro -, a promulgação do decreto federal no 23.569 que regulava o exercício da profissão de engenheiro, arquiteto e agrimensor.
O CONFEA foi criado na mesma data e através do mesmo decreto foi considerado um marco na história da regulamentação profissional e técnica no Brasil. Na sua concepção atual, o CONFEA fiscaliza também outras profissões como Arquitetura, Geografia, Geologia e Meteorologia.
Com muito orgulho, a Geotesc parabeniza toda sua equipe de engenheiros pelo seu dia!
Geotesc em Luto
A Geotesc informa com pesar o falecimento na noite de ontem (03.12.2012) de João Fernando Sattler.
Nascido em 28 de maio de 1954 na cidade de Lagoa Vermelha/RS e formado em engenharia civil pela UFRGS, o colaborador que atuou na empresa Geotesc por mais de 4 anos era querido por todos e um grande amigo de muitos que puderam compartilhar de diversos momentos descontraídos ao seu lado.
A equipe da Geotesc enlutada lamenta pela grande perda e destina seus sentimentos à família.
O Engº Fernando deixará saudades na empresa…
Que Deus o receba de braços abertos com muita luz e paz!
Comenda do Legislativo Catarinense – 2012
Empresário, proprietário da empresa parceira da Geotesc, a concreteira Casetex, é homenageado em sessão especial na Assembléia Legislativa de Santa Catarina, dia 19/11/2012 no Plenário Deputado Osni Régis.
Nesta homenagem, o Parlamento reconhece ações relevantes que colaboram no desenvolvimento de um estado mais justo e humano.
Importância
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Gelson Merisio (PSD), parabenizou os homenageados e ressaltou a importância deste tipo de solenidade. “Esta cerimônia tem o objetivo de enaltecer os que aqui estão e incentivar tantos outros anônimos que prestam um grande serviço ao nosso estado para que possam continuar seu trabalho voluntário”, declarou.
Pronunciando em nome dos homenageados, José Carlos dos Santos destacou o papel que esses atores desempenham na sociedade: “Parabenizo todos pela função que cada um exerce pelo bem-estar do povo catarinense. Desejo a todos que continuem fazendo aquilo que gostam e que eu também gosto – fazer o bem não interessa a quem”. O empresário também fez um apelo contra a violência em Santa Catarina. “Vim fazer esta reivindicação: vamos nos unir e lutar pelo nosso estado”.
Conheça a lista de homenageados clicando aqui:
Projeto do novo Estádio Nacional do Japão
O projeto assinado pelo escritório Zaha Hadid Architects é o vencedor do concurso internacional para a construção do Novo Estádio Nacional do Japão. O resultado foi anunciado na última semana pelo Conselho Japonês de Esporte.
O estádio foi planejado como um elemento de integração do cenário urbano de Tóquio, de acordo com Zaha Hadid. A estrutura do prédio, cuja silhueta assume formas elegantes, possui uma cobertura ajustável.
Além de preservar características históricas do local, o novo projeto prevê a utilização de tecnologia de ponta, tanto para a cobertura, quanto para os assentos reguláveis. Tudo foi planejado para facilitar a utilização do estádio em diversas programações esportivas e culturais.
O projeto, com capacidade ampliada para 80 mil lugares, substituirá o Estádio Nacional Kasumigaoka, em Tóquio, e será sede da Copa do Mundo de Futebol Americano, que acontecerá em 2019. Além disso, o local é um dos candidatos para sediar os Jogos Olímpicos de 2020.
Segundo o arquiteto Tadao Ando, presidente da comissão julgadora do concurso, o novo – e ambicioso – estádio promete oferecer uma experiência emocionante aos expectadores. A previsão é para que seja entregue em 2018.
Para participar do concurso, era preciso que os candidatos já tivessem vencido premiações como o Pritzker e o Praemium Imperiale ou ser medalhista ouro do Royal Institute of British Architects (RIBA), União Internacional dos Arquitetos (UIA) ou American Institute of Architects (AIA). Além disso, já deveriam ter projetado um estádio com capacidade de, no mínimo, 15 mil pessoas. Entre os onze finalistas estavam os escritórios Populous, Cox Architecture e GMP.
(via)
IAU-USP cria concreto sustentável com resíduos industriais
Em uma época em que a construção civil vivencia seu principal boom no Brasil, a sustentabilidade no processo construtivo torna-se cada vez mais necessária para minimizar os impactos ambientais causados pelo setor.
Em São Carlos (230 Km de São Paulo), uma pesquisa do Instituto de Arquitetura e Urbanismo da USP (IAU-USP) realizada em parceria com a Escola de Engenharia da USP (EESC) descobriu uma forma de produzir concreto a partir da utilização de resíduos industriais. A tecnologia, denominada “concreto não estrutural”, foi patenteada em julho e está pronta para ser incorporada no mercado.
Um dos pesquisadores responsáveis pela concepção e produção do concreto eco-friendly, professor Javier Mazariegos Pablos, explica que o novo material, até então inexistente no Brasil e no exterior, é resultado de uma combinação de areia de fundição aglomerada com argila e escória de aciaria ou de alto-forno, resíduos convencionalmente despejados em aterros industriais por companhias siderúrgicas e de fundição.
“A união desses materiais com o metacaulim, em suas respectivas proporções, permitiu a obtenção de um concreto mais resistente que o convencional. Conseguimos alcançar uma resistência de 56 MPa [megapascal], enquanto a resistência do concreto convencional varia entre 25 a 30 MPa”, revela Pablos.
Por ser não estrutural, o novo material descoberto pelos pesquisadores do IAU-USP não deve ser empregado em estruturas como pilares e vigas. Mas seu uso ainda é amplo, uma vez que a partir deste concreto é possível fabricar bloquetes, guias, grelhas, sarjetas, contrapisos, blocos para alvenaria de vedação e quaisquer outras peças de uso não estrutural. O professor do IAU-USP Eduvaldo Sichieri, co-autor da pesquisa, explica que a alta resistência do concreto não estrutural permite que ele também seja utilizado na pavimentação de vias, modalidade que exige resistência maior ou igual a 50 MPa.
Impactos
Outro benefício do concreto não estrutural é a obtenção do material a partir da encapsulação de resíduos sólidos, processo também conhecido como solidificação/estabilização (tecnologia S/S). Essa técnica permite que os resíduos que compõem o concreto não estrutural sofram um processo de desintoxicação ou restrição de sua capacidade de solubilização, tornando-os menos tóxicos ao meio ambiente.
A redução dos impactos ambientais negativos não para por aí. Dados de 2009 do Concrete Center apontavam uma produção mundial de concreto em torno de 24 bilhões de toneladas, sendo que entre 9% e 21% da massa do produto convencional é composta por cimento, material cuja produção envolve alta emissão de CO2 na atmosfera.
“A produção do concreto não estrutural, por outro lado, envolve o aproveitamento de resíduos sólidos industriais que são direcionados para a cadeia produtiva, aumentando sua eficiência e sustentabilidade. O impacto ambiental também é reduzido à medida que se recupera matéria e energia, visando maior preservação dos recursos naturais”, avalia o professor.
Embora a nova tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores do IAU-USP reúna todos os aspectos para uma alta aceitação no mercado, Pablos acredita que ainda faltam políticas públicas que incentivem a utilização de materiais inovadores que saem das universidades.
“Enquanto isso não acontece, esperamos que o mercado e o consumidor final se conscientizem sobre os benefícios de se usar um produto obtido de maneira sustentável e que ainda assim apresenta alta qualidade”, finaliza.
(via)
Exercite seu cérebro
Aos nossos clientes e funcionários: Se você possui idosos em sua família, preocupe-se com ele. A qualidade de vida pode prover maior expectativa de vida. Pois o cérebro tende a encolher à medida que envelhecemos, mas a prática regular de exercícios pode evitar que isso aconteça, segundo um novo estudo.
Publicado na última edição da revista cientifíca Neurology, o estudo determinou que praticar exercícios na terceira idade oferece mais proteção contra a perda de massa cerebral que o envolvimento em atividades sociais e intelectuais.
“Pessoas na casa dos setenta anos que praticam atividades físicas regularmente, como caminhar várias vezes por semana, apresentaram um menor encolhimento do cérebro e outros sinais de envelhecimento cerebral do que os idosos menos ativos fisicamente”, afirma o autor do estudo, Alan J. Gow, da Universidade de Edimburgo, em um comunicado à imprensa. “No entanto, nosso estudo não demonstrou nenhum benefício real que associe o tamanho do cérebro à participação em atividades sociais e intelectuais, como demonstraram as ressonâncias magnéticas realizadas ao longo de um período de três anos”.
Gow e sua equipe analisaram os prontuários médicos de 638 escoceses nascidos em 1936. Os participantes passaram por ressonâncias magnéticas aos 73 anos de idade, além de fornecer detalhes sobre suas atividades físicas diárias, que variavam dos movimentos necessários para realizar as tarefas domésticas a manter-se em forma com exercícios intensos ou participando de esportes competitivos várias vezes por semana. Eles também relataram sua participação em atividades social e intelectualmente estimulantes.
Os pesquisadores descobriram que, depois de três anos, os idosos que praticaram mais exercícios apresentavam uma perda cerebral menor que os que se exercitavam minimamente.
Todo mundo sabe que fazer exercícios faz bem, e este é só mais um item na longa lista de benefícios conhecidos. Se levarmos em conta pesquisas anteriores, a lista inclui a prevenção de doenças, a melhoria geral da saúde e da qualidade de vida, e o aumento do equilíbrio e da expectativa de vida.
(via)
Presença estrangeira
Publicada essa semana, pauta onde relata que a presença de estrangeiros em obras nacionais preocupa entidades. Leia a matéria na íntegra e conheça a opinião da Geotesc abaixo:
Essas companhias atuam em construções de usinas termelétricas, hidrelétricas e eólicas, no segmento de óleo e gás, engenharia de fundações, reformas de estádios para a Copa do Mundo e obras de infraestrutura em geral.
Entidades que representam os setores de transportes especiais e içamento de cargas, engenharia de fundações e geotecnia estão preocupadas com a entrada de equipamentos e mão de obra estrangeiros no mercado nacional.
Entre as associações que estão cobrando do governo federal uma atitude quanto a essa concorrência, que elas consideram desleal, estão o Sindicato Nacional das Empresas de Transporte e Movimentação de Cargas e Excepcionais (Sindipesa) e o Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (Setcergs). O consultor e procurador dessas entidades, José Aparecido Bastazini, lembra que a crise econômica na Europa fez com que grupos, principalmente, da Espanha e Portugal focassem o mercado brasileiro. Entre os exemplos, ele cita a participação de portugueses na construção da Arena do Grêmio e de holandeses no parque eólico de Osório.
“Empreiteiros brasileiros, mas com uma perna na Europa, com sociedade lá, encontraram meios para trazer com menor custo equipamentos e mão de obra e aumentar seus lucros”, diz. Bastazini ressalta que os encargos sociais do setor no Brasil giram em torno de 83%, enquanto os encargos sociais para estrangeiros temporários são nulos. Segundo o consultor, há disponibilidade interna para atender à demanda de serviços. Atualmente, há 48 equipamentos parados, como guindastes, que poderiam estar atendendo a essa fatia de mercado ocupada por empresas estrangeiras. Esses equipamentos são de alto custo, totalizam em torno R$ 500 milhões e estão inoperantes, fazendo com que as companhias deixem de faturar cerca de R$ 180 milhões por ano.Outro ponto salientado é que o atual cenário está inibindo a indústria nacional de vender novas máquinas. Estima-se que o segmento deixe de faturar cerca de R$ 200 milhões por ano. Em contrapartida, com a desaceleração do mercado de máquinas, há uma queda de R$ 40 milhões na arrecadação tributária proveniente do segmento. Bastazini comenta ainda que as companhias sediadas no Brasil praticam o recolhimento de 100% da carga tributária no momento do desembaraço aduaneiro de um equipamento importado. Os entrantes estrangeiros recolhem apenas, por mês, 1% do imposto sobre o valor declarado do bem e pagam os tributos apenas pelo período de permanência no território nacional.
O presidente do Setcergs, José Carlos Silvano, afirma que é preciso criar uma espécie de reserva de mercado para a indústria nacional. “Muitos desses estrangeiros trazem guindastes e gruas antigos para operar no País”, aponta o dirigente. Bastazini também sustenta que os governos federal e estaduais precisam defender as indústrias nacionais e regionais.”
Opinião
A Geotesc apóia a presença de estrangeiros no país, mas prefere manter a cultura de contratar mão-de-obra nacional. O foco estará sempre na qualidade dos serviços com profissionais capacitados.
Fonte: Grandes Construções
Três Gargantas, a gigante das águas!
A Hidrelétrica Três Gargantas foi construída no rio Yang-Tsé, na China e é a maior estação do mundo em geração de energia em termos de capacidade instalada (22.500 MW), mas acabou se tornando a segunda em termos de energia gerada efetivamente, sendo ultrapassada pela binacional Itaipu, localizada na fronteira do Brasil e do Paraguai, sendo administrada por ambos países.
Além disso, a hidrelétrica Três Gargantas possui 600 pés de altura e segura 1.4 trilhões de metros cúbicos de água por trás 100 milhões de pés cúbicos de concreto.
História
Durante a primeira metade do século XX, o governo chinês acreditou que seria capaz de criar uma represa capaz de gerar 22GW na região onde hoje se encontra as Três Gargantas; contudo, por volta de 194o a China passou a ser dominada pelos japoneses, esses fizeram levantamentos e concluíram um projeto para construção da barragem caso obtivessem plena vitória sob a China.
Entre esse período e o início da construção, a China vivenciou vários momentos, tais como a retirada dos japoneses e a guerra civil e, por isso, o projeto inicial acabou interrompido, sendo retomado apenas nos anos 90 com o avanço do desenvolvimentismo chinês.
Construção
A construção das Três Gargantas se iniciou em 3 de dezembro de 1992, sendo concluída em 20 de maio de 2006, seis meses antes do prazo previsto.
A obra gerou muitas polêmicas devido ao seu imenso impacto ambiental, deslocamento das águas e dos moradores do entorno. Ao todo, mais de 10000 habitantes tiveram que se deslocar de suas casas em prol da hidrelétrica.
A construção do corpo principal do complexo do reservatório da água das Três Gargantas incluiu o seguinte trabalho:
- escavação da rocha e terra com um volume 102.83 milhões m³;
- colocação de betão com volume de 27.94 milhão m³;
- preenchimento da rocha e terra com um volume de 31.98 milhão m³;
- instalação da estrutura de metal com o peso de 256.500 toneladas;
- instalação de vinte e seis do unidades geradores de energia com 700 MW (não incluindo as seis unidades 700W na central geradora no subterrâneo do banco direito sob a construção).
- Ao ser concluída, a obra das Três Gargantas passou a ter como função a prevenção de enchentes, a geração de energia e facilitar o transporte fluvial, e por isso, ela desempenha um papel importante no desenvolvimento sócio-econômico da China.
Mais informações
Turbinas: 32 (6 subterrâneas)
Potência Nominal: 700 MW (megawatts)
Potência instalada: 9800 MW (2005)
Potência instalada total: 22400 MW )
Altura: 181 metros (~600 pés)
Comprimento da barragem: 2309 metros (só concreto)
Capacidade de vazão: 102500 m³/s
Escavações: 102,59 milhões m³
Reservatório:
Extensão: 600 km
Área: 1084 km²
Armazenamento: 39,3 km³
Nível normal de operação: 175 m
Fonte: Construção Civil








