jul 30 2012

Confraternização do Prêmio Troféu MUTUA

por Geotesc Fundações em Notícias

Confraternização do Prêmio Troféu MUTUA

A Geotesc juntamente de seus pareceiros Engº Berwanger e Casetex Concreto sentem-se honrados com as homenagens recebidas com o Prêmio Troféu MUTUA no evento de confraternização ocorrido na AREA neste último sábado (28). Agradecem também, à todos que estiveram presentes como convidados e envolvidos com a organização do evento.

O encontro muito bem organizado pelo Presidente da AREA, Engº Paulo Arias e toda sua equipe, rendeu não apenas o reconhecimento diante dos troféus recebidos, mas também resultou em diversos sorrisos e descontração dentre todos aqueles que puderam compartilhar deste momento.

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jul 25 2012

Aos que dirigem no dia-a-dia…

por Geotesc Fundações em Notícias

Aos que dirigem no dia-a-dia…

A vocês que trabalham no trânsito,

ou que utilizam do trânsito para trabalhar,
que correm, riscos e enfrentam rotinas a todo instante,
que carregam vida e de tudo um pouco diante das estradas deste mundo…

À vocês

Que participam do desenvolvimento e progresso de onde vivem,
e que são capazes de respeitar as leis de trânsito que aqui regem,
DESEJAMOS OS NOSSOS PARABÉNS PELO SEU DIA!

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jul 23 2012

Ganhadores do Prêmio MUTUA 2012

por Geotesc Fundações em Notícias

A Geotesc agradece a todos àqueles que colaboraram com a sua eleição no Prêmio MUTUA e parabeniza todos os participantes que venceram nas demais categorias.

Segue a lista dos vencedores do Troféu MUTUA deste ano, com total de 391 votos.

Profissional de Estruturas: Luiz Antonio Cauduro Berwanger

Manutenção e Recuperação Estrutural: Rafael Faller

Hifrossanitário e Preventivo: Adeltraut Zorsch Schappo

Avaliação e Perícia: José Raimundo Moritz Piccoli

Profissional de Ensino: Luis Fernando Pedroso Sales

Industrial Mecânico e Naval: Humberto Fajardo Nunes

Eletrecista e Eletrônica: Adriano Vieira dos Santos

Atividade Política: Rubens Spernau

Orgão Público: Auri Antônio Pavani

Porto e Logística: Antonio Ayres dos Santos

Arquiteto e Urbanista: Jeane de Amorim Busana Bianchi

Segurança do Trabalho: Sandro Francisco Stolarski

Executor de Obras: Jean Pierre Lana

Topografia e Geodésia: Delamar Heleno Schumacher

Construtora de Obras Industriais e Pré-Fabricados: Blocaus Pré-Fabricados Ltda.

Construtora Predial: Procave Incorporadora Ltda.

Empresa de Fundações e Geotecnia: Geotesc Fundações Ltda.

Empresa de Sondagem: Solo Sondagem e Construção Ltda.

Empresa Concreteira: Casetex Concreto Const. e Emp. Tur. Ltda.

Empresa de Instalações Elétricas: Mercolux Comercial Elétrica SC Ltda.

Empresa na Área Ambiental: Igara Engenharia Ambiental Ltda.

Empresa de Terraplanagem: Baltt Empreiteira, Transportes e Terraplanagem

Empresa de Instalações Preventivas e Especiais: Liberal Engenharia Ltda.

Empresa Projetista: Magnus Projetos Const. Rep. Com. Ltda.

Empresa de Climatização: Frigemar Sistemas para Climatização e Aquecimento

Escritório de Arquitetura: Ohmni Arquitetura e Engenharia

Mais informações em: www.areait.com.br

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jul 17 2012

Prêmio AREA 2012

por Geotesc Fundações em Notícias

A Empresa Geotesc Fundações LTDA. presente há 8 anos no mercado e atuante em todo território nacional, convida a todos os profissionais da construção civil associados à AREA ITAJAÍ, a participarem da eleição para o próximo ganhador do Prêmio AREA 2012 – TROFÉU MUTUA.

Categorias:
Item 1 – Profissional de Estruturas (Luiz Antônio Cauduro Berwanger)
Item 4 – Empresa de Fundação e Geotecnia (Geotesc)
Item 6 – Empresa Concreteira (Casetex)
A votação ocorre no período entre 11 e 17 de Julho deste ano e para participar basta acessar ao link AREAIT

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jul 11 2012

Geotesc em arquitetura sacra

por Geotesc Fundações em Notícias

Geotesc em arquitetura sacra

Arquiteto Eduardo Faust relata o procedimento de fundação das igrejas Nossa Senhora Aparecida e Igreja Santa Paulina. Acompanhe matéria publicada em seu blog em junho de 2012:

“A fundação somada as vigas de baldrame formam o dito alicerce da obra, para se efetuar estes trabalhos precisamos preparar e entender o solo que estamos lidando. A Igreja Nossa Senhora Aparecida no bairro Serraria, acaba de finalizar esta etapa, exigindo movimentação de terra, execução de muros de arrimo e claro, fundações. A Igreja Santa Paulina no bairro Jardim Zanelatto que pertencente a mesma paróquia encontra-se nesta mesma etapa.

Falarei um pouco especificamente sobre fundações.

Primeiro ponto importante é a sondagem, que auxiliará ao especialista em cálculo estrutural especificar o tipo, no caso das igrejas citadas o sistema de fundação profunda foi a melhor alternativa. O engenheiro responsável pelo projeto estrutural deve enviar a empresa de estaqueamento as plantas de cagas das fundações e a planta de locação da obra, a locação da obra é um ponto importantíssimo, pois um erro no posicionamento dos pilares se acumula até o fim da obra. A locação foi feita pelo topógrafo Alexandre Mafra, as fundações pela empresa Geotesc e o projeto estrutural pela Faust arquitetura e engenharia.

O sistema escolhido para ambas Igrejas foi a fundação profunda, estaca de hélice contínua. O relatório tido com a sondagem já prevê o tipo de fundação a ser escolhida, entre superficiais [sapatas] e as profundas [estacas].

A tradicional estaca de concreto [dita bate-estaca] é a mais utilizada pelo custo menor [entre as fundações profundas] porém outros métodos vem se popularizando e tornando-se mais atrativos, principalmente pela eficiência.

A estaca de concreto rende até 50m por dia e tem a resistência de 170tf, enquanto a hélice contínua faz 400m diários e tem a capacidade de carga de 390tf .

A execução de estacas de concreto não garantem a integridade das construções vizinhos, o proprietário antes da sua execução deve assinar termos responsabilizando-se sobre tais traumas. No caso da hélice contínua não há problemas de vibração e descompactação do terreno, esta garantia de integridade das outras construções fez com que tal sistema fosse escolhido.

Publicação original: Arquitetura do Sagrado

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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jul 05 2012

Casas modulares

por Geotesc Fundações em Notícias

Casas modulares

As casas modulares representam um nicho de mercado na construção civil que tem crescido de ano para ano, havendo cada vez mais empresas especialistas na matéria. Hoje, quando alguém decide avançar para a construção da sua casa e procura opções no mercado depara-se com a dúvida se avança para a construção tradicional ou para uma casa modular, dentre outras opções… Não é à toa que em Portugal se conhecem cada vez mais casas modulares.

Vantagens:

– Prazo de execução da obra. Afirma-se que uma casa de 100.000 euros pode ficar pronta em apenas 3 meses.
– O método construtivo estará menos sujeito a problemas e defeitos devido a ser mais normalizado.
– Esquecendo as burocracias tão características deste país, tem a possibilidade de juntar módulos e com isso aumentar o seu espaço. Este é um aspecto muito relevante para quando uma família cresce ou para quando a saúde financeira for melhor e permitir mais algum investimento na casa.

Desvantagens:

– O gosto da pessoa/família que quer construir a casa terá menos preponderância. Obviamente que não fica reduzido a zero, mas fica algo limitado a certos formatos: Desenho e soluções construtivas vêm num cardápio…
– Menor flexibilidade criativa a vários níveis.

Uma questão indispensável e que não se pode ignorar é a do preço das casas modulares. Serão as casas modulares mais caras ou mais baratas que as casas construídas pelo método tradicional? Esta é uma questão que tem tanto de pertinente como de complicada, e não é por acaso que as opiniões se dividem e há quem coloque o preço das casas modulares nas suas vantagens e há quem o coloque nas suas desvantagens.

Fonte: Engenharia e Construção

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jul 02 2012

Iniciando uma obra

por Geotesc Fundações em Notícias

Iniciando uma obra

Ao dar início a um projeto, o  engenheiro da sua obra terá que seguir etapas preliminares, tais como:
* Exame local do terreno, visando saber as características do lote;
* Limpeza do terreno;
* Levantamento topográfico de lotes urbanos – geralmente apresentado através de desenhos de planta com curvas de nível e de perfis;
* Medidas do terreno;
* Nivelamento;
* Terraplenagem – que acertará a topografia do terreno;
* Instalação de canteiro de obras – podendo ser um barracão de madeira, chapas compensadas, ou ainda containers metálicos que são facilmente transportados para as obras com o auxílio de um caminhão munck. Ali serão depositados materiais e ferramentas;
* Traçado – tendo definido o método para a marcação da obra, devemos transferir as medidas, retiradas das plantas para o terreno;

Após essas etapas, é possível dar início aos processos para realização da fundação que fará a base da sua obra.

Para ver o guia completo de Técnicas de Construção Civil, clique aqui.

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jun 26 2012

Petrobrás descobre petróleo na Argentina

por Geotesc Fundações em Notícias

Petrobrás descobre petróleo na Argentina

Informado pela Petrobrás Argentina, novo poço de gás e petróleo é descoberto na Estância Água Fresca, na província de Santa Cruz, na região da Patagônia, conhecida como destino turístico e terra natal da família Kirchner.

A descoberta ocorreu durante perfuração do poço chamado La Cancha Austral. Estíma-se que além de gás, a reserva pode conter 6 milhões de barris de petróleo.

O anúncio da Petrobrás surge num momento em que a Argentina busca administrar seu deficit energético, reconhecido pela presidente Cristina Kirchner.

“Pela primeira vez, em dezessete anos, desde a privatização (total) da YPF em 1998, passamos em 2011 a ser importadores de gás e de petróleo”, disse Kirchner. Segundo ela, somente em 2011 o país teve que importar US$ 9,3 bilhões em combustíveis.

Essa equação deve ser revolvida o quanto antes.

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jun 21 2012

Rio + 20 produz lixo limpo

por Geotesc Fundações em Notícias

A Conferência Rio + 20 que prospecta objetivos de firmar o desenvolvimento sustentável organizado pelo governo Federal com apoio da ONU está produzindo ‘lixo limpo’.
Com foco na sustentabilidade, as lixeiras tem sido esvaziadas a cada 5 minutos nos horários de pico. Os materiais são recolhidos nas sedes do evento e pré-selecionados em recicláveis e não recicláveis. E posteriormente, transportadas para a sede da ONG Doe Seu Lixo, em São Cristóvão.
Passando por um processo de triagem, os recicláveis não podem estar contamidos por resíduos. A informação dada é de que é preciso limpar e separar corretamente. Pois, ante isso, a venda do material perde valor.
Recicladores como Luiz Borges acreditam que a consciência das pessoas pode e deve mudar. Ele está fazendo sua parte, separando e reciclando todo o lixo de sua casa.

Transformação

O lixo pode se transformar em arte, como procede o trabalho do renomado artista plástico brasileiro Vik Muniz.
A parte orgânica recolhida do lixo que sobra dos recicláveis seguem para uma usina verde, onde são transformados em energia.
Do lixo pode, sim, sair meios de se conseguir a tão almejada sustentabilidade no Brasil.

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jun 01 2012

Petróleo e gás natural

por Geotesc Fundações em Notícias

Petróleo e gás natural

Teorias famosas

O Universo originou-se de uma descomunal explosão, conhecida como Big Bang. O petróleo e o gás natural são combustíveis fósseis. Estas são provavelmente as duas teorias científicas mais disseminadas, de maior conhecimento do público e algumas das que alcançaram maior sucesso em toda a história da ciência.

Elas são tão populares que é fácil esquecer que são exatamente isto – teorias científicas, e não descrições de fatos testemunhados pela história. Mesmo porque as duas oferecem explicações para eventos que se sucederam muito antes do surgimento do homem na Terra.

Teoria dos combustíveis fósseis

Segundo a teoria dos combustíveis fósseis, que é a mais aceita atualmente sobre a origem do petróleo e do gás natural, organismos vivos morreram, foram enterrados, comprimidos e aquecidos sob pesadas camadas de sedimentos na crosta terrestre, onde sofreram transformações químicas até originar o petróleo e o gás natural.

É com base nesta teoria que chamamos as principais fontes de energia do mundo moderno de “combustíveis fósseis” – porque seriam resultado de restos modificados de seres vivos.

Teoria do petróleo abiótico

Muito menos disseminado é o fato de que esta não é a única teoria para explicar o surgimento do petróleo. Na verdade, esta teoria hegemônica vem sendo cada vez mais questionada por um grande número de cientistas, que defendem que o petróleo tem uma origem abiótica, ou abiogênica – sem relação com formas de vida.

Os defensores da teoria abiótica do petróleo têm inúmeros argumentos. Por exemplo, a inexistência de fenômenos geológicos que possam explicar o soterramento de grandes massas vivas, como florestas, que deveriam ser cobertas antes que tivessem tempo de se decompor totalmente ao ar livre, juntamente com a inconsistência das hipóteses de uma deposição do carbono livre na atmosfera no período jovem da Terra, quando suas temperaturas seriam muito altas.

A deposição lenta, como registrada por todos os fósseis, não parece se aplicar, uma vez que as camadas geológicas apresentam variações muito claras, o que permite sua datação com bastante precisão. Já os depósitos petrolíferos praticamente não apresentam alterações químicas variáveis com a profundidade, tendo virtualmente a mesma assinatura biológica em toda a sua extensão.

Além disso, os organismos vivos têm mais de 90% de água e mesmo que a totalidade de sua massa sólida fosse convertida em petróleo não haveria como explicar a quantidade de petróleo que já foi extraída até hoje.

Outros fenômenos geológicos, para explicar uma eventual deposição quase “instantânea,” deveriam ocorrer de forma disseminada – para explicar a grande distribuição das reservas petrolíferas ao longo do planeta – e em grande intensidade – suficiente para explicar os gigantescos volumes de petróleo já localizados e extraídos.

Carbono do interior da Terra

Por essas e por outras razões, vários pesquisadores afirmam que nem petróleo, nem gás natural e nem mesmo o carvão, são combustíveis fósseis. Para isso, afirmam eles, o ciclo do carbono na Terra deveria ser um ciclo fechado, restrito à crosta superficial do planeta, sem nenhuma troca com o interior da Terra. E não há razões para se acreditar em tal hipótese.

Na verdade, aí está, segundo a teoria dos combustíveis abióticos, a origem do petróleo, do gás natural e do carvão: eles se originam do carbono que é “bombeado” continuamente pelas altíssimas pressões do interior da Terra em direção à superfície.

É possível sintetizar hidrocarbonetos a partir de matéria orgânica, e estes experimentos foram, por muitos anos, o principal sustentáculo da teoria dos combustíveis fósseis.

Mas agora, pela primeira vez, um grupo de cientistas conseguiu demonstrar experimentalmente a síntese do etano e de outros hidrocarbonetos pesados em condições não-biológicas. O experimento reproduz as condições de pressão e temperatura existentes no manto superior, a camada da Terra abaixo da crosta.

Metano e etano abióticos

A pesquisa foi feita por cientistas do Laboratório de Geofísica da Instituição Carnegie, nos Estados Unidos, em conjunto com colegas da Suécia e da Rússia, onde a teoria do petróleo abiótico surgiu e tem muito mais aceitação acadêmica do que em outras partes do mundo.

O metano (CH4) é o principal constituinte do gás natural, enquanto o etano (C2H6) é usado como matéria-prima petroquímica. Esses dois hidrocarbonetos, juntamente com outros associados aos combustíveis de origem geológica, são chamados de hidrocarbonetos saturados porque eles têm ligações únicas e simples, saturadas com hidrogênio.

Utilizando uma célula de pressão, conhecida como bigorna de diamante, e uma fonte de calor a laser, os cientistas começaram o experimento submetendo o metano a pressões mais de 20 mil vezes maiores do que a pressão atmosférica ao nível do mar, e a temperaturas variando de 700° C a mais de 1.200° C. Estas condições de temperatura e pressão reproduzem as condições ambientais encontradas no manto superior da Terra, entre 65 e 150 quilômetros de profundidade.

No interior da célula de pressão, o metano reagiu e formou etano, propano, butano, hidrogênio molecular e grafite. Os cientistas então submeteram o etano às mesmas condições e o resultado foi a formação de metano. Ou seja, as reações são reversíveis.

Essas reações fornecem evidências de que os hidrocarbonetos pesados podem existir nas camadas mais profundas da Terra, muito abaixo dos limites onde seria razoável supor a existência de matéria orgânica soterrada.

Reações reversíveis

Outro resultado importante da pesquisa é que a reversibilidade das reações implica que a síntese de hidrocarbonetos saturados é termodinamicamente controlada e não exige a presença de matéria orgânica.

“Nós ficamos intrigados por experiências anteriores e previsões teóricas,” afirma Alexander Goncharov, um dos autores da pesquisa. “Experimentos feitos há alguns anos submeteram o metano a altas pressões e temperaturas, demonstrando que hidrocarbonetos mais pesados se formam a partir do metano sob condições de temperatura e pressão muito similares. Entretanto, as moléculas não puderam ser identificadas e era provável que houvesse uma distribuição.”

“Nós superamos esse problema com nossa técnica aprimorada de aquecimento a laser, que nos permitiu aquecer um volume maior de maneira mais uniforme. Com isso, descobrimos que o metano pode ser produzido a partir do etano”, declarou Goncharov.

Hidrocarbonetos gerados no interior da Terra

“A ideia de que os hidrocarbonetos gerados no manto migram para a crosta terrestre e contribuem para a formação dos reservatórios de óleo e gás foi levantada na Rússia e na Ucrânia muito anos atrás. A síntese e a estabilidade dos compostos estudados aqui, assim como a presença dos hidrocarbonetos pesados ao longo de todas as condições no interior do manto da Terra agora precisarão ser exploradas,” explica outro autor da pesquisa, professor Anton Kolesnikov.

“Além disso, a extensão na qual esse carbono ‘reduzido’ sobrevive à migração até a crosta, sem se oxidar em CO2, precisa ser descoberta. Essas e outras questões relacionadas demonstram a necessidade de um programa de novos estudos teóricos e experimentais para estudar o destino do carbono nas profundezas da Terra,” conclui o pesquisador.

Fonte: Agostinho Rosa – Inovação e Tecnologia

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